O rafting é uma das atividades mais emocionantes dentro do turismo de aventura, proporcionando uma experiência única em meio às forças da natureza. No entanto, essa atividade não está isenta de riscos. A prática do rafting exige um alto nível de atenção à segurança, sendo essencial seguir protocolos rigorosos para evitar acidentes graves. No Brasil, a legislação prevê normativas específicas para a condução segura dessa atividade, alinhando-se aos padrões internacionais, como as normas da ABNT e da ISO, que estabelecem diretrizes fundamentais para garantir a integridade dos participantes e profissionais envolvidos.
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) estabelece requisitos essenciais para a prática segura de rafting e de outras atividades de turismo de aventura. A norma ABNT NBR ISO 21101:2014 define diretrizes para um sistema de gestão da segurança, abrangendo desde a avaliação de riscos até a gestão de incidentes. Além disso, a norma ABNT NBR 16708:2018 especifica procedimentos e requisitos mínimos de segurança para o rafting comercial, assegurando que os prestadores desse serviço cumpram os padrões adequados. E a ABNT NBR 15383:2018 orienta requisitos para os condutores e guias da atividade. Ou seja, são duas normas específicas para a atividade, uma que orienta requisitos para o produto e outra que orienta as competências dos líderes.
No âmbito brasileiro internacional, a norma ABNT NBR ISO 21101:2014 trata da gestão da segurança nas atividades de turismo de aventura, fornecendo um arcabouço para empresas implementarem práticas eficazes de prevenção de acidentes. Complementando essa, a norma ABNT NBR ISO 21102:2021 aborda as competências e qualificações necessárias para líderes de turismo de aventura.
Empresas que não adotam as normas técnicas de turismo de aventura estão sujeitas à consequências. Caso ocorra um acidente e for evidenciado que houve negligência, imprudência ou imperícia da empresa e/ou dos profissionais, ela pode ser responsabilizada nas instâncias civis e criminais. A reputação também é um fator crítico para o segmento, pois incidentes resultam em perda da credibilidade no mercado e a perda de clientes. Acidentes não afetam só a empresa, um acidente pode impactar negativamente todo o destino de ecoturismo e turismo de aventura.
Quer saber como implementar o sistema de gestão de segurança (SGS) em sua empresa? Clique aqui e fale com um de nossos especialistas agora mesmo!